
Ruínas de São Miguel Arcanjo-RS
Sítio Arqueológico de São Miguel Arcanjo é um conjunto de ruínas da antiga redução de São Miguel Ancanjo, e um dos principais vestígios do período das Missões Jesuíticas dos Guarani em todo o mundo, localizado no pequeno município de São Miguel das Missões, no Noroeste do Rio Grande do Sul.
O sítio, comumente chamado de ruínas de São Miguel das Missões, é considerado Patrimônio Mundial pelo UNESCO, juntamente com as ruínas no lado argentino de San Ignacio Miní, Santa Ana, Nossa Senhora de Loreto e Santa María Mayor, desde 1983.
A contrução foi edificada no século XVIII, entre 1735 e 1745
Interior da igrejaO lugar é visitado por turistas de todo mundo, especialmente da Argentina, Paraguai, Uruguai e países da Europa. O sítio faz parte do roteiro internacional Iguassu-Missões


Espetáculo de Som e Luz
Diariamente podemos vivenciar um pouco da História das Missões através do Espetáculo de Som e Luz. Este Espetáculo conta o nascimento, desenvolvimento e o fim de uma civilização nos séculos XVII a XVIII, onde Jesuítas e índios Guarani viviam numa comunidade


CATEDRAL ANGELOPOLITANA

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Catedral Angelopolitana
Bispo:
José Clemente Weber
Diocese da igreja:
Santo Ângelo
Localização: Santo Ângelo, Brasil
Data da construção: 1929 - 1971
A Catedral Angelopolitana está situada no município de Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul. É a principal atração turística da cidade. É o principal templo da Diocese de Santo Ângelo.
O início de suas obras data de 1929 e seu estilo lembra o templo da redução de São Miguel Arcanjo. Seu estilo é neoclássico, com arcos, colunetas, molduras e ornamentação. Está localizada no mesmo lugar da igreja da redução de Santo Ângelo Custódio. Há no alto do pórtico imagens esculpidas em pedra grês, representando os santos padroeiros dos Sete Povos das Missões: São Borja, São Nicolau, São Luiz Gonzaga, São João Batista, São Lourenço Mártir, São Miguel Arcanjo e Santo Ângelo Custódio (Santo Anjo da Guarda).
No seu interior, abriga uma imagem em madeira de Cristo morto, de origem missioneira, em tamanho natural, datada de 1740 e esculpida em cedro.
A segunda igreja construída no mesmo local onde hoje se encontra a Catedral. À esquerda, a antiga intendência
No espaço atualmente ocupado pela Catedral Angelopolitana, já existiram duas outras igrejas.
A primeira igreja foi construída após 1706, ano de fundação da Redução de Santo Ângelo Custódio. Em uma gravura datada de 1860, percebe-se seu avançado grau de destruição e abandono.
Os remanescentes arquitetônicos do antigo templo da redução foram reutilizados na construção de uma nova igreja, a segunda no mesmo local. Esta começou a ser erigida a partir do dia 21 de novembro de 1888. Nessa data foi colocada a sua pedra fundamental, contando com a presença de diversas autoridades.
A idéia de substituir a segunda igreja pela atual Catedral surgiu em 1920. O objetivo era edificar um templo que tomasse por base o estilo da antiga igreja da Redução de São Miguel Arcanjo. Em setembro de 1929 foi instalada a pedra fundamental da obra. Por volta de 1955, chegavam ao fim as obras da fachada da igreja, sob orientação do escultor e arquiteto austríaco Valentin Von Adamovich. Mas somente em 1971 é que as torres ficaram prontas.
Praça Pinheiro Machado
A Praça Pinheiro Machado se localiza em frente a Catedral Angelopolitana. Pelo fato de ficar em frente à Catedral, a praça se tornou em um local de eventos, como apresentações teatrais, shows musicais e apresentações de orquestras.
Escavações arqueológicas
Em 2006, foram feitas escavações arqueológicas em torno da Catedral e na Praça Pinheiro Machado. As escavações demonstraram a existência de inúmeros materiais utilizados no tempo da redução jesuítica. Além disso, foi descoberto parte do piso da redução.
Interior da Catedral Angelopolitana, após reforma geral.
No início da década de 1990 o artista plástico Tadeu Martins iniciou a pintura de um painel com índios guaranis seminus e padres jesuítas, representando a catequização ao tempo dos Sete Povos das Missões. A imagem causou muita polêmica entre os fiéis, sendo que durante missas e casamentos, uma cortina cobria o painel Saga Missioneira.
Em 2 de outubro de 2008, após um ano e sete meses de portas fechadas para reforma, a Catedral foi reaberta ao público, e os frequentadores depararam com o fundo do altar sem as imagens dos índios sendo catequizados. Os responsáveis pela restauração da Catedral entraram em consenso com o artista, que entendeu o objetivo do novo trabalho artístico implementado.[1][2]
Referências
1. ↑ Jornal das Missões, 4 de Outubro de 2008.
2. ↑ Jornal Zero Hora, 5 de Outubro de 2008
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